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terça-feira, 7 de abril de 2009

Reditualismo



A história da contabilidade é uma parte de nosso conhecimento científico, que se divide em dois grandes segmentos: a História Geral e a História das Doutrinas.
Com isso a preocupação de diversos estudiosos foi determinar o verdadeiro objeto de estudo da contabilidade, no campo da ciência, para estruturar doutrinas, de acordo com a metodologia científica, também determinou a fixação das diversas correntes de pensamentos, dentre elas, o Redutialismo.

Desenvolveu-se principalmente na Alemanha, tendo como principal líder Eugen Schmalenbach e, entre outros seguidores, W. Malhberg, E. Geldmacher, M. R. Lehmannn, E. Walb e Frederich Leiter com seu reditualismo específico, cuja doutrina parte do principio de admitir que o resultado (lucro ou prejuízo) é o objeto de estudo da contabilidade, ou seja, o reconhecimento da perda ou do lucro como fonte principal da continuidade da atividade empresarial.
O elemento básico do estudo é o rédito. A focalização do rédito por parte da Teoria Reditualista surge como resposta à incapacidade, da época de adequar os modelos contabilísticos existentes aos contextos sócio-econômicos adversos, mantendo a sua perspectiva utilitarista. Existem, ainda hoje, duas correntes do pensamento reditualista, uma que considera o aspecto individual do rédito (maximização do lucro) e outra que considera o aspecto social (como base de sustentabilidade social).
Eugen dedicava-se ao estudo das empresas e resultados, em sua obra Balanço Dinâmico, destaca uma idéia fundamental de fluxos ou comparações de diversos estados patrimoniais.
Sua teoria é muito mais patrionalista do que aziendalista, pois, analisa a dinâmica do movimento do capital e dos frutos deste. Entende que o sucesso ou insucesso de uma empresa depende dos lucros que ela possa ou não obter. Para ele, o tempo do lucro não coincide, quase nunca, com o ano astronômico, pois, tem seu próprio tempo e é um fenômeno característico e especial, ou seja, varia de atividade para atividade.
Wilhelm Rieger, outro estudioso entendia a empresa como instrumento de lucro, devendo ser considerada de maior significação.
Para Eugens, as relações ambientais são fatores determinantes na formação do fenômeno patrimonial e que a formação do lucro não depende só da empresa, como também das pessoas externas.
De um lado havia uma concepção aziendal econômica e do outro uma concepção patrimonialista.
O reditualismo não ganhou força como escola, pois diversos apreciadores das doutrinas de Schmalenbach criticavam seu objeto de estudo argumentando que o rédito é o efeito da dinâmica patrimonial e não a causa.
Longo foi o curso do pensamento de intelectuais para conduzir a contabilidade a uma condição superior do conhecimento humano. Hoje, como ciência, rica em doutrinas, segue o saber contábil, valorizado pelos esforços de grandes escolas de pensamento científico.

5 comentários:

  1. Olá gostei muito da pesquisa,está muito interessante.
    Encontrei o blog por acaso,fazendo uma pesquisa sobre Reditualismo...
    Irei indicar alguns amigos para poder dá uma olhadinha,as vezes tem alguma dúvida!

    Estareei por aqui sempre que o temo me permitir!

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  2. Obrigada Larissa.
    Contamos com a sua divulgação.
    Esperamos sempre poder atender as expectativas.

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  3. OLÁ..
    Gostei muito sobre Reditualismo, só assim aprendemos sobre a Contabilidade. Uma história, que divulga as doutrinas e a metodologia científica do Retidualismo.
    Marcelo Suzuki

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  4. Obrigada Marcelo.
    É sempre bom adquirir um pouco de conhecimento.

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  5. Boa noite

    Gostei da pesquisa, vai me ajudar a fazer um trabalho pra faculdade, valeuuuu abraços

    Sabrina - TGA - MT

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